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Diagnóstico da Eficácia dos Grupos de Trabalho de Humanização no Processo de Humanização dos Atendimentos Prestados em Hospitais Públicos do Estado de Santa Catarina: Percepção de Usuários, Profissionais e Gestores



A pesquisa visou diagnosticar a eficácia dos Grupos de Trabalho de Humanização no processo de humanização dos atendimentos prestados em dois hospitais públicos do estado de Santa Catarina, a partir da percepção de usuários, profissionais e gestores dessas unidades.

As instituições pesquisados foram o Hospital Infantil Joana de Gusmão e o Hospital Regional de São José, ambos na Grande Florianópolis. Sua importância relaciona-se ao fato de o atendimento na rede pública de saúde, em especial, dos hospitais, ser constantemente questionado em função do que se convencionou tratar como "atendimento desumano".

A reflexão em torno da “humanização da assistência à saúde” é extremamente complexa, visto que tal proposição está eivada de elementos objetivos e subjetivos. Visando melhorar a assistência hospitalar, o Ministério da Saúde instituiu, em maio de 2000, o Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar (PNHAH), de onde decorreu a criação dos Grupos de Trabalho de Humanização - GTHs.

Tal Programa foi substituído em 2003 pela Política Nacional de Humanização (PNH) com vistas a promover a humanização da assistência à saúde. Diagnosticar e analisar a eficácia dos GTHs é fundamental para o aprimoramento dos serviços oferecidos por essas unidades de saúde. Trata-se de uma pesquisa de caráter exploratório, especificamente um estudo de caso, caracterizando-se por investigações de cunho bibliográfico, documental e investigativo com abordagem qualitativa e quantitativa.

Espera-se contribuir com a melhoria da qualidade da assistência prestada aos usuários da rede hospitalar do SUS, no que se refere aos aspectos abordados pela Política Nacional de Humanização, produzindo e sistematizando conhecimentos científicos, promovendo a satisfação e bem-estar dos profissionais da assistência, gestores e usuários. Os resultados, apesar de serem referentes à realidade hospitalar, podem servir para uma reflexão da humanização no SUS.

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